O sítio megalítico de Rego Grande: o Stonehenge da Amazônia

Por ND, 15 de novembro de 2017, referindo-se ao artigo de Jann Lassalle (15/06/17) para http://decouvertes-archeologiques.blogspot.com.br/

O sítio megalítico de Rego Grande

A imagem da floresta amazônica como uma terra relativamente intocada pelos homens agora está sendo questionada. Assim, no Rego Grande, um sítio megalítico foi descoberto, o que poderia ter sido projetado, ao redor do Ano Mil, para observações astronômicas.

Depois de realizar análises por radiocarbono e avaliaçoes durante o solstício de inverno, os especialistas em arqueoastronomia determinaram que uma cultura indígena amazônica havia organizado os megalitos como observatório astronômico há cerca de 1000 anos, 5 séculos antes do início da conquista das Américas pelos Europeus.

Essas descobertas, juntamente com outros achados arqueológicos no Brasil nos últimos anos (como gigantes esculturas de terra, restos de recintos fortificados e até intrincadas redes rodoviárias), acabam com a visão anterior dos arqueólogos de que a Amazônia não havia sido muito afetada pelos homens, com exceção de pequenas tribos nômades. Pelo contrário, alguns especialistas afirmam agora que a maior floresta tropical do mundo era muito menos "edênica" do que se imaginava anteriormente e que a Amazônia abrigava uma população de quase 10 milhões antes que os colonizadores europeus fossem na origem de epidemias e massacres em grande escala.

No que é hoje o estado pouco populoso do Amapá no norte do Brasil, as pedras do sol encontradas por da Silva perto de um rio chamado "Rego Grande" fornecem pistas reforçando a ideia que os povos indígenas na Amazônia eram muito mais avançados do que os arqueólogos haviam estimados no século XX.

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